Olá amigos,
o nosso blog vai ganhar uma nova utilidade. Hoje iremos fazer nossa primeira avaliação on line,
O tema da nossa aventura pelo conhecimento vai ser Reforma.
Então, mãos a obra e clique no link abaixo
ALUNOS DO 7° A
https://goo.gl/forms/7E2Wn9zFPa3Obx5r2
ALUNOS DO 7°B
https://goo.gl/forms/WneMNi7721np07E33
Olá amigos e amigas, criei esse espaço cibernético como uma forma de interagirmos virtualmente. Aqui daremos continuação ao conhecimento relacionado a História construído em sala de aula, realizando tarefas como pesquisas, jogos, vídeos, exercícios e provas. Vocês poderão acessar em casa também ou em seu smartphone. Espero que desfrutem e curtam. Abraço a todos. Anderson Mororó
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
Desafio Reforma Protestante
Olá companheiros,
seguem abaixo dois links para testar os seus conhecimentos sobre Reforma. Tente faze-los e se tiver necessidade consulte o Google.
Bom teste (façam os dois testes dos links abaixo)
TESTE 1:
http://www.imagem.eti.br/palavras-cruzadas/palavras-cruzadas-reforma-e-contrarreforma-educa.php
TESTE 2
http://rachacuca.com.br/quiz/35837/reforma-e-contrarreforma-i/
seguem abaixo dois links para testar os seus conhecimentos sobre Reforma. Tente faze-los e se tiver necessidade consulte o Google.
Bom teste (façam os dois testes dos links abaixo)
TESTE 1:
http://www.imagem.eti.br/palavras-cruzadas/palavras-cruzadas-reforma-e-contrarreforma-educa.php
TESTE 2
http://rachacuca.com.br/quiz/35837/reforma-e-contrarreforma-i/
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Reforma Religiosa
Atividades sobre a Reforma Protestante
1) Observe as imagens:
Igreja 1 Igreja 2


a) Apresente duas diferenças entre elas.
b) Qual representa a Igreja Luterana e por que?
3) Existem Igrejas Luteranas em juiz de Fora? Se sim, aonde estão localizadas?
4) O que significa o termo PROTESTANTE, no qual a Igreja Luterana fazia parte?
5) Desafio:
1) Observe as imagens:
Igreja 1 Igreja 2
a) Apresente duas diferenças entre elas.
b) Qual representa a Igreja Luterana e por que?
3) Existem Igrejas Luteranas em juiz de Fora? Se sim, aonde estão localizadas?
4) O que significa o termo PROTESTANTE, no qual a Igreja Luterana fazia parte?
5) Desafio:
QUEM SOU EU
Fui rei da Inglaterra por muito tempo. Casei com a espanhola Catarina de Aragão com quem tive filhas. Não satisfeito, decidi casar com uma mulher chamada Ana Bolena. Mas a separação naqueles tempos era uma situação muito difícil. Para conseguir tal façanha mandei cartas ao Papa pedindo o divórcio. O mesmo negou. Como saída fundei, após Martinho Lutero, a Igreja Anglicana. Nela poderia separar e casar quantas vezes quiser. Além disso fiquei com as terras e o dízimo que era da Igreja. $$$$$$$$$$$$$
Portanto, eu sou...
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
LITERATURA NO RENASCIMENTO
Olá amigos e amigas,
hoje vamos estudar mais uma parte do Renascimento. Já vimos que este movimento produziu uma revolução na parte artística, produzindo esculturas e quadros belíssimos e reais, vimos também que o Renascimento foi importante na parte científica, produzindo conhecimento sobre os cosmos e o corpo humano.
Hoje vamos analisar de forma rápida a literatura no Renascimento. Para isso, a dupla deverá pesquisar sobre dois autores deste momento:
a) Aonde nasceram?
b) Nome de um livro publicado por cada um.
c) Uma frase famosa de cada autor.
hoje vamos estudar mais uma parte do Renascimento. Já vimos que este movimento produziu uma revolução na parte artística, produzindo esculturas e quadros belíssimos e reais, vimos também que o Renascimento foi importante na parte científica, produzindo conhecimento sobre os cosmos e o corpo humano.
Hoje vamos analisar de forma rápida a literatura no Renascimento. Para isso, a dupla deverá pesquisar sobre dois autores deste momento:
Vaz de Camões e Willian Shakespeare.
a) Aonde nasceram?
b) Nome de um livro publicado por cada um.
c) Uma frase famosa de cada autor.
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
RENASCIMENTO
Olá amigos,
depois de um breve período retornamos com o nosso Blog.
Hoje vamos direcionar os nossos estudos para o novo capítulo a ser estudado, chamado Renascimento.
Como base nele procure responder as questões a seguir...
a) Em qual país atual surgiu o Renascimento?
b) Por que esse período recebeu este nome?
c) Por tudo que nós estudamos sobre a Idade Média, você concorda que esta período foi uma era de atrasos, sem ocorrer nada de positivo? Explique;
d) Desafio:
Descubra o autor e o nome do quadro abaixo:

e) Quem sou eu:
Nasci na cidade italiana de Da Vinci. Fui escultor, pintor, médico, professor, militar, naturalista e ainda sobrava tempo para namorar. Rascunhou instrumentos que hoje são acessíveis, como o helicóptero, tanque e umas asa que faria o homem voar.
Quem sou eu?
depois de um breve período retornamos com o nosso Blog.
Hoje vamos direcionar os nossos estudos para o novo capítulo a ser estudado, chamado Renascimento.
Como base nele procure responder as questões a seguir...
a) Em qual país atual surgiu o Renascimento?
b) Por que esse período recebeu este nome?
c) Por tudo que nós estudamos sobre a Idade Média, você concorda que esta período foi uma era de atrasos, sem ocorrer nada de positivo? Explique;
d) Desafio:
Descubra o autor e o nome do quadro abaixo:

e) Quem sou eu:
Nasci na cidade italiana de Da Vinci. Fui escultor, pintor, médico, professor, militar, naturalista e ainda sobrava tempo para namorar. Rascunhou instrumentos que hoje são acessíveis, como o helicóptero, tanque e umas asa que faria o homem voar.
Quem sou eu?
quinta-feira, 17 de maio de 2018
MÁSCARAS AFRICANAS
Amigos,
hoje iremos aprofundar um pouco sobre aspectos gerais das nações africanas. Devido ao preconceito, pouco se sabe sobre esse continente. Aliás, muitas pessoas confunde o continente com o país África.
É importante acrescentar que a África hoje possui mais de 54 países, com milhares de etnias, idiomas e cultura em geral. Para acrescentar um pouco mais acerca das nações africanas vamos nos debruçar sobre um aspecto cultural presente em boa parte do continente: o ritual da máscara;
Para sabermos mais peço que clique no link abaixo com O BOTÃO DIREITO DO MOUSE e responda as questões a seguir:
http://www.geledes.org.br/mascaras-africanas/
1) Quais as funções da mascara africana?
2) Quais os materiais em que as máscaras africanas são feitas?
3) Qualquer pessoa está habilitada a fazer as máscaras? Justifique.
4) Pesquise: cite três países africanos que utilizam essas máscaras.
hoje iremos aprofundar um pouco sobre aspectos gerais das nações africanas. Devido ao preconceito, pouco se sabe sobre esse continente. Aliás, muitas pessoas confunde o continente com o país África.
É importante acrescentar que a África hoje possui mais de 54 países, com milhares de etnias, idiomas e cultura em geral. Para acrescentar um pouco mais acerca das nações africanas vamos nos debruçar sobre um aspecto cultural presente em boa parte do continente: o ritual da máscara;
Para sabermos mais peço que clique no link abaixo com O BOTÃO DIREITO DO MOUSE e responda as questões a seguir:
http://www.geledes.org.br/mascaras-africanas/
1) Quais as funções da mascara africana?
2) Quais os materiais em que as máscaras africanas são feitas?
3) Qualquer pessoa está habilitada a fazer as máscaras? Justifique.
4) Pesquise: cite três países africanos que utilizam essas máscaras.
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Mil e Uma noites
Amigos,
hoje vamos nos debruçar sobre a literatura árabe. Quem nunca ouviu falar em Aladim, Gênio da Lâmpada Mágica, Alibabá e os 40 ladrões? Então, hoje vamos conhecer como começa essa e outras histórias e que foram espalhadas pelos muçulmanos durante a sua fase de império.
Sherazade e as mil e uma noites
Veja como surgiram e o que contam as mais deslumbrantes histórias do mundo árabe!
Prepare o coração: a viagem que começa agora vai te levar às alturas num meio de transporte nada comum — o tapete mágico! E olha que isso é só o começo. Durante as mil e uma noites que temos pela frente, veremos rainhas e sultões, gênios e monstros, lutas e intrigas, tudo em clima de muita magia, beleza e mistério! Ainda vamos encontrar velhos amigos, como Aladim, Ali-babá e até os quarenta ladrões! Ficou curioso? Então é hora de conhecer As mil e uma noites, livro que reúne as histórias mais deslumbrantes do mundo árabe.
Tudo começa com a história do rei Shariar. Ele descobre que está sendo traído pela esposa, que tem um servo como amante, e, enfurecido, mata os dois. Depois, toma uma decisão terrível: a cada noite, vai se casar com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenar sua execução, para nunca mais ser traído. Assim procede por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino. Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro do rei, a bela e sábia Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com a barbaridade do rei. Para aplicá-lo, porém, ela precisa casar-se com ele. Horrorizado, o pai tenta convencer a filha a desistir da idéia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterroriza a cidade.
Quando chega a noite de núpcias, sua irmã mais nova, Duniazade, faz o que sua Sherazade havia pedido. Vai de madrugada até o quarto dos recém-casados e, chorando, pede para ouvir uma das fabulosas histórias que a irmã conhece. Sherazade começa então a narrar uma intrigante história que cativa a atenção do rei, mas não tem tempo de acabar antes do amanhecer. Curioso para saber o fim do conto, Shariar concede-lhe mais um dia de vida. Mal sabe ele que essa seria a primeira de mil e uma noites! As histórias de Sherazade, uma mais envolvente que a outra, são sempre interrompidas na parte mais interessante. Assim, dia após dia, sua morte vai sendo adiada.

Tudo começa com a história do rei Shariar. Ele descobre que está sendo traído pela esposa, que tem um servo como amante, e, enfurecido, mata os dois. Depois, toma uma decisão terrível: a cada noite, vai se casar com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenar sua execução, para nunca mais ser traído. Assim procede por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino. Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro do rei, a bela e sábia Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com a barbaridade do rei. Para aplicá-lo, porém, ela precisa casar-se com ele. Horrorizado, o pai tenta convencer a filha a desistir da idéia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterroriza a cidade.
Quando chega a noite de núpcias, sua irmã mais nova, Duniazade, faz o que sua Sherazade havia pedido. Vai de madrugada até o quarto dos recém-casados e, chorando, pede para ouvir uma das fabulosas histórias que a irmã conhece. Sherazade começa então a narrar uma intrigante história que cativa a atenção do rei, mas não tem tempo de acabar antes do amanhecer. Curioso para saber o fim do conto, Shariar concede-lhe mais um dia de vida. Mal sabe ele que essa seria a primeira de mil e uma noites! As histórias de Sherazade, uma mais envolvente que a outra, são sempre interrompidas na parte mais interessante. Assim, dia após dia, sua morte vai sendo adiada.
Júlia Dias Carneiro, Instituto Ciência Hoje/
Perguntas:
1) Quem era Sherazade?
2) Por que o príncipe assassinava suas esposas?
3) Qual a grande idéia usada pela Sherazade para que ela não seja morta pelo príncipe?
4) Sherazaa teve sucesso em sua estratégia?
hoje vamos nos debruçar sobre a literatura árabe. Quem nunca ouviu falar em Aladim, Gênio da Lâmpada Mágica, Alibabá e os 40 ladrões? Então, hoje vamos conhecer como começa essa e outras histórias e que foram espalhadas pelos muçulmanos durante a sua fase de império.
Sherazade e as mil e uma noites
Veja como surgiram e o que contam as mais deslumbrantes histórias do mundo árabe!
Prepare o coração: a viagem que começa agora vai te levar às alturas num meio de transporte nada comum — o tapete mágico! E olha que isso é só o começo. Durante as mil e uma noites que temos pela frente, veremos rainhas e sultões, gênios e monstros, lutas e intrigas, tudo em clima de muita magia, beleza e mistério! Ainda vamos encontrar velhos amigos, como Aladim, Ali-babá e até os quarenta ladrões! Ficou curioso? Então é hora de conhecer As mil e uma noites, livro que reúne as histórias mais deslumbrantes do mundo árabe.
Tudo começa com a história do rei Shariar. Ele descobre que está sendo traído pela esposa, que tem um servo como amante, e, enfurecido, mata os dois. Depois, toma uma decisão terrível: a cada noite, vai se casar com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenar sua execução, para nunca mais ser traído. Assim procede por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino. Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro do rei, a bela e sábia Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com a barbaridade do rei. Para aplicá-lo, porém, ela precisa casar-se com ele. Horrorizado, o pai tenta convencer a filha a desistir da idéia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterroriza a cidade.
Quando chega a noite de núpcias, sua irmã mais nova, Duniazade, faz o que sua Sherazade havia pedido. Vai de madrugada até o quarto dos recém-casados e, chorando, pede para ouvir uma das fabulosas histórias que a irmã conhece. Sherazade começa então a narrar uma intrigante história que cativa a atenção do rei, mas não tem tempo de acabar antes do amanhecer. Curioso para saber o fim do conto, Shariar concede-lhe mais um dia de vida. Mal sabe ele que essa seria a primeira de mil e uma noites! As histórias de Sherazade, uma mais envolvente que a outra, são sempre interrompidas na parte mais interessante. Assim, dia após dia, sua morte vai sendo adiada.
Tudo começa com a história do rei Shariar. Ele descobre que está sendo traído pela esposa, que tem um servo como amante, e, enfurecido, mata os dois. Depois, toma uma decisão terrível: a cada noite, vai se casar com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenar sua execução, para nunca mais ser traído. Assim procede por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino. Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro do rei, a bela e sábia Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com a barbaridade do rei. Para aplicá-lo, porém, ela precisa casar-se com ele. Horrorizado, o pai tenta convencer a filha a desistir da idéia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterroriza a cidade.
Quando chega a noite de núpcias, sua irmã mais nova, Duniazade, faz o que sua Sherazade havia pedido. Vai de madrugada até o quarto dos recém-casados e, chorando, pede para ouvir uma das fabulosas histórias que a irmã conhece. Sherazade começa então a narrar uma intrigante história que cativa a atenção do rei, mas não tem tempo de acabar antes do amanhecer. Curioso para saber o fim do conto, Shariar concede-lhe mais um dia de vida. Mal sabe ele que essa seria a primeira de mil e uma noites! As histórias de Sherazade, uma mais envolvente que a outra, são sempre interrompidas na parte mais interessante. Assim, dia após dia, sua morte vai sendo adiada.
Júlia Dias Carneiro, Instituto Ciência Hoje/
Perguntas:
1) Quem era Sherazade?
2) Por que o príncipe assassinava suas esposas?
3) Qual a grande idéia usada pela Sherazade para que ela não seja morta pelo príncipe?
4) Sherazaa teve sucesso em sua estratégia?
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Árabe x Muçulmano
Olá amigos,
hoje vamos estender os nossos estudos sobre o Islã.
Hoje, sabe-se que boa parte dos países muçulmanos estão localizados em áreas de cultura árabe. Por isso, é muito comum referir que todo árabe compartilha da religião islâmica. Mas essa generalização é errônea pois existem diferenças entres os dois grupos.
Essa é o tema da aula de hoje, saber diferenciar Árabe de Islâmico
Então. mãos a obra...
Leia o texto abaixo e responda as questões a seguir:
1) Qual a diferença entre árabe e muçulmano?
2) Quem são os muçulmanos?
3) Todo árabe é muçulmano? Explique.
4) Qual é o maior país islâmico existente?
5) Agora, escreva o seu nome em idioma árabe. Para isso abra uma nova ABA em seu navegador e digite: TRADUZIR DO PORTUGUÊS PARA O ÁRABE e coloque o seu nome.
hoje vamos estender os nossos estudos sobre o Islã.
Hoje, sabe-se que boa parte dos países muçulmanos estão localizados em áreas de cultura árabe. Por isso, é muito comum referir que todo árabe compartilha da religião islâmica. Mas essa generalização é errônea pois existem diferenças entres os dois grupos.
Essa é o tema da aula de hoje, saber diferenciar Árabe de Islâmico
Então. mãos a obra...
Leia o texto abaixo e responda as questões a seguir:
1) Qual a diferença entre árabe e muçulmano?
2) Quem são os muçulmanos?
3) Todo árabe é muçulmano? Explique.
4) Qual é o maior país islâmico existente?
5) Agora, escreva o seu nome em idioma árabe. Para isso abra uma nova ABA em seu navegador e digite: TRADUZIR DO PORTUGUÊS PARA O ÁRABE e coloque o seu nome.
Diferença entre árabes e muçulmanos
A diferença entre árabes e muçulmanos acontece porque um termo se refere a um tronco etnolinguístico, ao passo que o outro faz referência a uma religião.
Nem todo árabe é muçulmano e nem todo muçulmano é árabe
Muitas pessoas, ao ouvirem as expressões “árabe”, “muçulmano” ou “islâmico”, pensam que se trata de uma mesma coisa. Isso faz parte de um problema que atinge não apenas os povos ligados a esses termos, mas também várias culturas, o que está ligado ao hábito que grande parte das pessoas tem de construir preconceitos a partir daquilo que pouco conhecem.
Qual é a diferença entre árabes e muçulmanos?
Qual é a diferença entre árabes e muçulmanos?
A diferença entre árabes e muçulmanos está no fato de um termo referir-se a uma composição étnica e o outro ser o nome dado aos praticantes de uma religião. Embora uma mesma pessoa possa ser árabe e muçulmana ao mesmo tempo, é importante verificar que os dois termos são totalmente distintos entre si.
O árabe é um idioma e também uma composição étnica que possui, em torno de si, uma grande variedade de troncos etnolinguísticos interligados. Já muçulmano é o nome dado a quem pratica o Islamismo, a religião fundamentada nos princípios estabelecidos pelo profeta Maomé. Existem povos, portanto, que são árabes e não são muçulmanos e existem muitos muçulmanos que não são árabes.
Estima-se que existam, no norte da África e no Oriente Médio, cerca de 15 milhões de árabes cristãos, embora esse número venha diminuindo pela constante batalha religiosa entre os povos e também pelas emigrações que os cristãos muitas vezes fazem dessas regiões.
Por outro lado, é interessante observar que, embora a maioria dos árabes seja muçulmana, o maior país islâmico existente, em número de adeptos, não é árabe. A Índia, por ser o segundo país mais populoso do mundo, consegue ter um número de 174 milhões de muçulmanos, o equivalente a cerca de 16% de sua população, que é majoritariamente hindu. O segundo colocado, o Paquistão, possui cerca de 165 milhões de islâmicos e também não adota o árabe como idioma oficial.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
O Islã
Atividade 1 - Os muçulmanos
Olá amigos,
Hoje iniciaremos uma nova fase do nosso Blog.
Essa ferramente interessante e legal é uma extensão da nossa sala de aula. Nela faremos pesquisas, atividades, avaliações e realizaremos jogos educativos.
então, sejam bem vindos e espero que vocês curtam esse espaço.
Atividade
Na atividade de hoje estaremos conhecendo melhor os islâmicos. Para isso faça o que se pede e responda nos comentário no final da página.
Questões:
1) Quantos muçulmanos existem no mundo?
2) Quais os 3 países com maior número de muçulmanos?
3) O que é Caaba?
4) Como chama o local de reza dos muçulmanos?
5) Em Juiz de Fora existe esse templo? Se sim, aonde esta localizado?
4) Como chama o local de reza dos muçulmanos?
5) Em Juiz de Fora existe esse templo? Se sim, aonde esta localizado?
6) Quem sou eu?
Não sou considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele sou visto como um dos mais perfeitos seres humanos. Nasci em Meca, e trabalhei como um mercador, realizando extensas viagens a trabalho. Tinha por hábito retirar-se para orar e meditar nos montes perto de Meca, aonde fui expulso no ano de 622.
QUEM SOU EU?
SÍMBOLO DO ISLÃquinta-feira, 15 de março de 2018
Os Feudos
Como era um feudo na Idade Média?
Por Roberto Navarro
access_time19 ago 2016, 17h34
- Publicado em 18 abr 2011, 18h49

As grandes propriedades rurais da
época medieval eram divididas em três categorias de terras. A primeira – que
englobava a maior parte do solo cultivável – era o chamado manso senhorial,
onde tudo o que se produzia pertencia ao senhor feudal, o dono da fazenda. Os
servos trabalhavam em todas as terras, mas só podiam tirar seu sustento dos
minúsculos lotes que formavam a segunda categoria de terras, o manso servil.
Por fim, os bosques, florestas e pântanos eram coletivos – ou quase isso: os
animais maiores só podiam ser caçados pelos senhores. Apesar de costumarmos
chamar esse tipo de propriedade de feudo, os especialistas alertam que esse não
é o termo mais correto. “A palavra ‘feudo’, utilizada pela primeira vez no
século 9, designava qualquer bem dado em troca de alguma outra coisa”, diz a
historiadora Yone de Carvalho, da PUC de São Paulo. Portanto, na Idade Média,
feudos eram todos os bens e tributos trocados entre nobres – incluindo aí as
propriedades, que eram mais conhecidas como senhorios. Esse sistema de trocas
regulava todas as relações entre os nobres medievais. Por exemplo, um nobre
ganhava o título de senhor quando dava um pedaço das suas terras a outro nobre,
chamado de vassalo. Esse vassalo, por sua vez, podia cobrar uma espécie de
aluguel sobre seu moinho, tornando-se senhor também. Em resumo, o dono de um
“feudo” – ou melhor, senhorio – obedecia a seu senhor, mas também tinha seus
vassalos. Para facilitar, o “feudo” que retratamos ao lado é o mais simples
possível, com apenas um dono e seus servos.
Mergulhe
nessa
Na livraria:
O Feudalismo – Paulo Miceli,
Atual, 1994
Fazendão
medieval Nobres
viviam em castelo, enquanto os servos se espremiam numa vila para até 60
famílias
DEUS É FIEL
Embora a
casa senhorial geralmente tivesse sua própria capela, uma pequena igreja era
construída nas imediações da vila. Uma parte das plantações, conhecida como
“acre de Deus”, era doada à Igreja pelo senhor feudal. Os servos dedicavam
parte do seu tempo cultivando essas terras, além de repassar um décimo dos seus
ganhos à paróquia
COZINHA EXTERNA
Geralmente,
o forno era construído fora do castelo, para evitar incêndios. Era uma
instalação grande, de pedra e tijolos, onde enormes espetos de ferro permitiam
assar até mesmo um boi inteiro. Ao seu lado podiam existir prensas para
produzir vinho, azeite ou farinha. Os servos pagavam uma taxa para usar essas
instalações
CARROSSEL AGRÍCOLA
As
plantações seguiam um sistema de rotação. Os campos aráveis eram divididos em
três partes, mas, para não esgotar o solo, apenas duas eram cultivadas ao mesmo
tempo. Depois da colheita, outra parte repousava e, assim, mantinha-se o
cultivo ao longo do ano inteiro. Os servos passavam mais de metade da semana
trabalhando nas terras do senhor ou da Igreja. No resto do tempo, eles
cultivavam seus próprios lotes
FLORESTA ENCANTADA
Além de
fornecer madeira para lenha e construções, o bosque era usado para caçadas. A
princípio, essa era uma área comum, embora os animais maiores só pudessem ser
abatidos pelo senhor feudal. Aos servos restavam os coelhos e esquilos. A
colheita de frutas silvestres, castanhas e mel era livre, mas muitos evitavam
entrar nos bosques, temendo o ataque de bruxas e figuras maléficas
VIDA EM SOCIEDADE
Localizada
perto das lavouras e de uma fonte de água (rio ou lago), a vila reunia de 10 a
60 famílias. Os casebres tinham apenas um cômodo, sem chaminé ou janelas. As
paredes eram feitas de barro reforçado com palha e a cobertura, de sapê. Nos
arredores, pequenas hortas forneciam frutas e legumes. A fauna contava com
galinhas, além de gatos e cães sem dono
LAR, RICO LAR
Na forma
de um castelo ou simplesmente de um casarão de pedra, a residência senhorial
abrigava o senhor feudal, sua família, seus empregados e encarregados da
administração da propriedade. Em épocas de conflito, também servia de quartel
para suas tropas. Os senhores mais abonados tinham várias casas espalhadas ao
longo das suas terras — alguns chegavam a ter centenas delas
REI DO GADO
Tão
importantes quanto as terras aráveis eram as campinas, onde pastavam os
rebanhos de gado e ovelhas, além dos animais de carga e arado. Essas áreas
podiam ser de uso comum, mas os cavalos e rebanhos do senhor feudal eram
tratados pelos servos. Como não se produzia feno, muitos rebanhos eram
dizimados durante os inversos mais rigorosos
EU BEBO SIM
Lagoas e riachos represados eram
as fontes de água do senhorio, mas o medo de contaminação levava muitos a beber
um tipo de cerveja da época. Parece justificativa de bêbado, mas não é.
Primeiro, porque a cerveja era ruim e tinha baixo teor alcóolico. Segundo,
porque era mesmo mais seguro que tomar a água medieval…
Questões:
1) Qual o assunto do texto?
2) Quais eram as divisões do feudo?
3) Quem vivia nos Castelos?
4) Por que as pessoas preferiam beber cervejo do que água?
quinta-feira, 1 de março de 2018
JOGO ERA FEUDAL
Jogo Era Feudal
Meninos e meninas,
estou desafiado vocês para jogar esse atividade da Era Feudal. Aqueles três primeiros que marcar mais pontos ganhara ponto extra em História.
Portanto, mãos a obra.
http://rived.mec.gov.br/atividades/concurso2006/erafeudal/erafeudal.swfhttp://rived.mec.gov.br/atividades/concurso2006/erafeudal/erafeudal.swf
Meninos e meninas,
estou desafiado vocês para jogar esse atividade da Era Feudal. Aqueles três primeiros que marcar mais pontos ganhara ponto extra em História.
Portanto, mãos a obra.
http://rived.mec.gov.br/atividades/concurso2006/erafeudal/erafeudal.swfhttp://rived.mec.gov.br/atividades/concurso2006/erafeudal/erafeudal.swf
SÉTIMOS ANOS
SÉTIMOS ANOS
Amigos e amigas,
acessem a página abaixo. Ela trás informações sobre o nosso calendário, surgido a mais de 2 mil anos atrás.
Leia e responda as questões a seguir:
Janeiro
Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão.
Fevereiro
O nome se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia.
Por que 28 dias?
Até 27 a.C., fevereiro tinha 29 dias. Quando o Senado criou o mês de agosto para homenagear Augusto, surgiu um problema: julho, o mês de Júlio César, tinha 31 dias, e o do imperador, só 30. Então o Senado tirou mais um dia de fevereiro.
Março
Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.
Abril
Aprilis tenha se originado de aperio, "abrir" em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.
Maio
Homenagem a Maia, uma das deusas da primavera.
Junho
Faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter ela é a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.
Julho
Chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o Senado romano mudou o nome para Julius, em homenagem a Júlio César.
Agosto
Antes era Sextilis, "o sexto mês". De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).
Setembro a dezembro
Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa "sete". Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem, e data do Ludi Plebeii, um festival em homenagem a Júpiter) e dezembro de Decembro.
1) Quantos meses tinha o Calendário antes da reforma proposta por Júlio César?
2) Qual civilização ajudou na confecção do calendário atual?
3) Explique o nome do mês em que vocês nasceram.
4) Apresente os nomes de meses referentes a governantes de Roma.
acessem a página abaixo. Ela trás informações sobre o nosso calendário, surgido a mais de 2 mil anos atrás.
Leia e responda as questões a seguir:
HISTÓRIA
VOCÊ SABIA??
Como surgiram os nomes dos meses do ano?
Nosso calendário é regido por deuses, imperadores e números romanos
Antes de Roma ser fundada, as colinas de Alba eram ocupadas por tribos latinas, que dividiam o ano em períodos nomeados de acordo com seus deuses. Os romanos adaptaram essa estrutura. De acordo com alguns pensadores, como Plutarco (45-125), no princípio dessa civilização o ano tinha dez meses e começava por Martius (atual março). Os outros dois teriam sido acrescentados por Numa Pompílio, o segundo rei de Roma, que governou por volta de 700 a.C.
Até Júlio César (100 a.C.-46 a.C.) reformar o calendário local, os meses eram lunares (sincronizados com o movimento da lua, como hoje acontece em países muçulmanos), mas as festas em homenagem aos deuses permaneciam designadas pelas estações. O descompasso, de dez dias por ano, fazia com que, em todos os triênios, um décimo terceiro mês, o Intercalaris, tivesse que ser enxertado.
Com a ajuda de matemáticos do Egito emprestados por Cleópatra, Júlio César acabou com a bagunça ao estabelecer o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December. Quase igual ao nosso, com as diferenças de que Quinctilis e Sextilis deram origem aos meses de julho e agosto. Quando e como isso aconteceu, você descobre lendo o quadro abaixo.
Até Júlio César (100 a.C.-46 a.C.) reformar o calendário local, os meses eram lunares (sincronizados com o movimento da lua, como hoje acontece em países muçulmanos), mas as festas em homenagem aos deuses permaneciam designadas pelas estações. O descompasso, de dez dias por ano, fazia com que, em todos os triênios, um décimo terceiro mês, o Intercalaris, tivesse que ser enxertado.
Com a ajuda de matemáticos do Egito emprestados por Cleópatra, Júlio César acabou com a bagunça ao estabelecer o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December. Quase igual ao nosso, com as diferenças de que Quinctilis e Sextilis deram origem aos meses de julho e agosto. Quando e como isso aconteceu, você descobre lendo o quadro abaixo.
Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão.
Fevereiro
O nome se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia.
Por que 28 dias?
Até 27 a.C., fevereiro tinha 29 dias. Quando o Senado criou o mês de agosto para homenagear Augusto, surgiu um problema: julho, o mês de Júlio César, tinha 31 dias, e o do imperador, só 30. Então o Senado tirou mais um dia de fevereiro.
Março
Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.
Abril
Aprilis tenha se originado de aperio, "abrir" em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.
Maio
Homenagem a Maia, uma das deusas da primavera.
Junho
Faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter ela é a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.
Julho
Chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o Senado romano mudou o nome para Julius, em homenagem a Júlio César.
Agosto
Antes era Sextilis, "o sexto mês". De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).
Setembro a dezembro
Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa "sete". Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem, e data do Ludi Plebeii, um festival em homenagem a Júpiter) e dezembro de Decembro.
1) Quantos meses tinha o Calendário antes da reforma proposta por Júlio César?
2) Qual civilização ajudou na confecção do calendário atual?
3) Explique o nome do mês em que vocês nasceram.
4) Apresente os nomes de meses referentes a governantes de Roma.
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