quinta-feira, 15 de março de 2018

Os Feudos


Como era um feudo na Idade Média?
Por Roberto Navarro
access_time19 ago 2016, 17h34 - Publicado em 18 abr 2011, 18h49
Resultado de imagem para feudo
As grandes propriedades rurais da época medieval eram divididas em três categorias de terras. A primeira – que englobava a maior parte do solo cultivável – era o chamado manso senhorial, onde tudo o que se produzia pertencia ao senhor feudal, o dono da fazenda. Os servos trabalhavam em todas as terras, mas só podiam tirar seu sustento dos minúsculos lotes que formavam a segunda categoria de terras, o manso servil. Por fim, os bosques, florestas e pântanos eram coletivos – ou quase isso: os animais maiores só podiam ser caçados pelos senhores. Apesar de costumarmos chamar esse tipo de propriedade de feudo, os especialistas alertam que esse não é o termo mais correto. “A palavra ‘feudo’, utilizada pela primeira vez no século 9, designava qualquer bem dado em troca de alguma outra coisa”, diz a historiadora Yone de Carvalho, da PUC de São Paulo. Portanto, na Idade Média, feudos eram todos os bens e tributos trocados entre nobres – incluindo aí as propriedades, que eram mais conhecidas como senhorios. Esse sistema de trocas regulava todas as relações entre os nobres medievais. Por exemplo, um nobre ganhava o título de senhor quando dava um pedaço das suas terras a outro nobre, chamado de vassalo. Esse vassalo, por sua vez, podia cobrar uma espécie de aluguel sobre seu moinho, tornando-se senhor também. Em resumo, o dono de um “feudo” – ou melhor, senhorio – obedecia a seu senhor, mas também tinha seus vassalos. Para facilitar, o “feudo” que retratamos ao lado é o mais simples possível, com apenas um dono e seus servos.
Mergulhe nessa
Na livraria:
O Feudalismo – Paulo Miceli, Atual, 1994
Fazendão medieval Nobres viviam em castelo, enquanto os servos se espremiam numa vila para até 60 famílias
DEUS É FIEL
Embora a casa senhorial geralmente tivesse sua própria capela, uma pequena igreja era construída nas imediações da vila. Uma parte das plantações, conhecida como “acre de Deus”, era doada à Igreja pelo senhor feudal. Os servos dedicavam parte do seu tempo cultivando essas terras, além de repassar um décimo dos seus ganhos à paróquia
COZINHA EXTERNA
Geralmente, o forno era construído fora do castelo, para evitar incêndios. Era uma instalação grande, de pedra e tijolos, onde enormes espetos de ferro permitiam assar até mesmo um boi inteiro. Ao seu lado podiam existir prensas para produzir vinho, azeite ou farinha. Os servos pagavam uma taxa para usar essas instalações
CARROSSEL AGRÍCOLA
As plantações seguiam um sistema de rotação. Os campos aráveis eram divididos em três partes, mas, para não esgotar o solo, apenas duas eram cultivadas ao mesmo tempo. Depois da colheita, outra parte repousava e, assim, mantinha-se o cultivo ao longo do ano inteiro. Os servos passavam mais de metade da semana trabalhando nas terras do senhor ou da Igreja. No resto do tempo, eles cultivavam seus próprios lotes
FLORESTA ENCANTADA
Além de fornecer madeira para lenha e construções, o bosque era usado para caçadas. A princípio, essa era uma área comum, embora os animais maiores só pudessem ser abatidos pelo senhor feudal. Aos servos restavam os coelhos e esquilos. A colheita de frutas silvestres, castanhas e mel era livre, mas muitos evitavam entrar nos bosques, temendo o ataque de bruxas e figuras maléficas
VIDA EM SOCIEDADE
Localizada perto das lavouras e de uma fonte de água (rio ou lago), a vila reunia de 10 a 60 famílias. Os casebres tinham apenas um cômodo, sem chaminé ou janelas. As paredes eram feitas de barro reforçado com palha e a cobertura, de sapê. Nos arredores, pequenas hortas forneciam frutas e legumes. A fauna contava com galinhas, além de gatos e cães sem dono
LAR, RICO LAR
Na forma de um castelo ou simplesmente de um casarão de pedra, a residência senhorial abrigava o senhor feudal, sua família, seus empregados e encarregados da administração da propriedade. Em épocas de conflito, também servia de quartel para suas tropas. Os senhores mais abonados tinham várias casas espalhadas ao longo das suas terras — alguns chegavam a ter centenas delas
REI DO GADO
Tão importantes quanto as terras aráveis eram as campinas, onde pastavam os rebanhos de gado e ovelhas, além dos animais de carga e arado. Essas áreas podiam ser de uso comum, mas os cavalos e rebanhos do senhor feudal eram tratados pelos servos. Como não se produzia feno, muitos rebanhos eram dizimados durante os inversos mais rigorosos
EU BEBO SIM
Lagoas e riachos represados eram as fontes de água do senhorio, mas o medo de contaminação levava muitos a beber um tipo de cerveja da época. Parece justificativa de bêbado, mas não é. Primeiro, porque a cerveja era ruim e tinha baixo teor alcóolico. Segundo, porque era mesmo mais seguro que tomar a água medieval…

Questões:

1) Qual o assunto do texto?

2) Quais eram as divisões do feudo?

3) Quem vivia nos Castelos?

4) Por que as pessoas preferiam beber cervejo do que água?

quinta-feira, 1 de março de 2018

JOGO ERA FEUDAL

Jogo Era Feudal

Meninos e meninas,


estou desafiado vocês para jogar esse atividade da Era Feudal. Aqueles três primeiros que marcar mais pontos ganhara ponto extra em História.


Portanto, mãos a obra.


http://rived.mec.gov.br/atividades/concurso2006/erafeudal/erafeudal.swfhttp://rived.mec.gov.br/atividades/concurso2006/erafeudal/erafeudal.swf

SÉTIMOS ANOS

SÉTIMOS ANOS

Amigos e amigas,
acessem a página abaixo. Ela trás informações sobre o nosso calendário, surgido a mais de 2 mil anos atrás.

Leia e responda as questões a seguir:

HISTÓRIA
VOCÊ SABIA??
Como surgiram os nomes dos meses do ano?

Nosso calendário é regido por deuses, imperadores e números romanos


Antes de Roma ser fundada, as colinas de Alba eram ocupadas por tribos latinas, que dividiam o ano em períodos nomeados de acordo com seus deuses. Os romanos adaptaram essa estrutura. De acordo com alguns pensadores, como Plutarco (45-125), no princípio dessa civilização o ano tinha dez meses e começava por Martius (atual março). Os outros dois teriam sido acrescentados por Numa Pompílio, o segundo rei de Roma, que governou por volta de 700 a.C.
            Até Júlio César (100 a.C.-46 a.C.) reformar o calendário local, os meses eram lunares (sincronizados com o movimento da lua, como hoje acontece em países muçulmanos), mas as festas em homenagem aos deuses permaneciam designadas pelas estações. O descompasso, de dez dias por ano, fazia com que, em todos os triênios, um décimo terceiro mês, o Intercalaris, tivesse que ser enxertado.
           Com a ajuda de matemáticos do Egito emprestados por Cleópatra, Júlio César acabou com a bagunça ao estabelecer o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December. Quase igual ao nosso, com as diferenças de que Quinctilis e Sextilis deram origem aos meses de julho e agosto. Quando e como isso aconteceu, você descobre lendo o quadro abaixo.

Janeiro

Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão. 

Fevereiro

O nome se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia. 
Por que 28 dias?
Até 27 a.C., fevereiro tinha 29 dias. Quando o Senado criou o mês de agosto para homenagear Augusto, surgiu um problema: julho, o mês de Júlio César, tinha 31 dias, e o do imperador, só 30. Então o Senado tirou mais um dia de fevereiro.

Março

Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.

Abril

Aprilis tenha se originado de aperio, "abrir" em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.

Maio

Homenagem a Maia, uma das deusas da primavera. 
Junho

Faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter ela é a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.

Julho

Chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o Senado romano mudou o nome para Julius, em homenagem a Júlio César.

Agosto

Antes era Sextilis, "o sexto mês". De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).

Setembro a dezembro

Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa "sete". Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem, e data do Ludi Plebeii, um festival em homenagem a Júpiter) e dezembro de Decembro.


1) Quantos meses tinha o Calendário antes da reforma proposta por Júlio César?

2) Qual civilização ajudou na confecção do calendário atual?

3) Explique o nome do mês em que vocês nasceram.

4) Apresente os nomes de meses referentes a governantes de Roma.

Teste de História 7° anos

Olá amigos, o nosso blog vai ganhar uma nova utilidade. Hoje iremos fazer nossa primeira avaliação on line, O tema da nossa aventura pelo...